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A mostrar mensagens de 2019

Dedicatória Autor: Pedro Cardita

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Conhecer-te......foi das melhores coisas que me aconteceram este ano. Uma dádiva, mesmo! Face à maneira curiosa como aconteceu.... É lindo ver os teus olhos de esmeraldas a brilharem.... Brutal, ver os teus lábios carnudos a sorrirem.... És Linda! FIM

A Mensageira Autor: Pedro Cardita

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O ser humano é fruto do amor entre duas pessoas. Nasce e vai crescendo. Na infância, revela-se a inocência e a pureza. Na adolescência, vem a rebeldia e a irreverência. Na fase adulta, surge a responsabilidade, a prudência e a sabedoria.  A  borboleta, começa como um ovo.  Depois nasce como uma lagarta.  De seguida, torna-se um casulo e, por fim, surge a borboleta com toda a sua graça e formosura. Diz-se que os Anjos comunicam connosco através das borboletas.  Quando uma borboleta aparece à nossa volta, pode ser um Anjo da Guarda a querer enviar um sinal, uma mensagem especial. No outro dia, vi uma Borboleta a voar à minha volta e lembrei-me de ti, por causa da tatuagem que tens ao longo do teu braço, com borboletas. Tal como as Borboletas, também passaste por etapas até chegares ao expoente máximo da tua graciosidade.  Também atrais e libertas boas energias, que me deixam com um sorriso. És mensageira de alegrias e um símbolo de f...

Condão Autor: Pedro Cardita

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Estavam numa casa de concertos, lado a lado, focados nos ecrãs dos telemóveis, absortos nos seus mundos. Não se conheciam. De vez em quando olhavam para o palco, ainda sem a presença da banda, impacientes pelo início do concerto. Voltavam aos telemóveis, navegando pelos seus facebooks. Mas assim que ouviram os primeiros sinais vindos do palco a anunciar o início do concerto, guardaram os telemóveis nos bolsos. Ele olha intrigado para ela, por também estar sozinha. Ela olha ansiosa e entusiasmada para o palco. O concerto começa e cantam em conjunto com o vocalista. Vão cantando a plenos pulmões as letras das canções. Entretanto ela dá-lhe um ligeiro encosto. Ele sorri, mas permanece focado no concerto. Entusiasmado, começa a mexer o corpo ao ritmo da música. Mexe-se cada vez mais e também toca nela, sem querer. Ela também não reage. Lado a lado, sem se falarem, dançam e cantam como se não tivessem ninguém ao lado. Ele olha para ela que está focada no conce...

A Magia do Cinema Autor: Pedro Cardita

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A espera finalmente estava a chegar ao fim. Quanto mais ele pensava como seria o filme, mais ansioso ficava para o ver. Há meses que ele desejava ver o filme. Desde que saiu o primeiro teaser. Os trailers só lhe aguçaram ainda mais a curiosidade. Despachou-se como pôde. Fez tudo à pressa para chegar com antecedência e arranjar o melhor lugar a meio da sala. A excitação dominava-o. Conseguiu o bilhete para o lugar tão desejado e assim que se sentou na sala, acalmou um pouco. Mas a ansiedade ainda dava claros sinais. Agitava-se na cadeira. Batia com os pés no chão. Quando as luzes da sala apagaram-se lentamente e o som emergiu das colunas ao redor da sala, o seu coração acelerou e os olhos começaram a brilhar. Sentia-se pronto para emergir num novo mundo. FIM

O teu sorriso Autor: Pedro Cardita

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O teu sorriso cativa e transmite paz. O teu sorriso ilumina qualquer lugar. O teu sorriso é contagiante e faz-me sorrir. A primeira vez que vi o teu sorriso, nunca mais o esqueci… Aliás, todos os dias lembro-me do teu sorriso lindo. O teu sorriso é único! FIM

Cada qual é como é Autor: Pedro Cardita

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Ele desejava transformá-la ao seu gosto. Queria que ela tivesse o mesmo visual que a sua fonte de inspiração. Ela não concordava e mostrava-se irredutível em mudar, argumentando que não queria imitar ninguém. Mas ele achava que ela estava muito agarrada a uma imagem estereotipada, por isso, explicou-lhe que poderia ser muito melhor, ao afastar-se da sua imagem gasta. Ela manteve-se firme, deixando bem claro que ou ele a aceitava como era ou então o melhor seria esquecê-la. Tentou alertá-lo que estava cego com uma ideia errada e que só se destruiria a si próprio, por nunca conseguir ver um capricho realizado. Ele não se conformava e pressionou-a, mostrando-lhe montagens feitas com imagens manipuladas e dando todas as justificações para a convencer. Ela não suportou a pressão e deixou-o. Ele continuou preso à sua obsessão, alimentando uma fantasia que com o passar do tempo o levou a provar o sabor amargo da frustração e da solidão. Como alguém lhe tinha dito uma vez: “...

Carochinha Autor: Pedro Cardita

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A Carochinha não era apenas um animal. Era um elemento da família! Era como se fosse minha Filha. Gorducha, felpuda, brincalhona, meiga e muito glutona! Adorava participar no que fazíamos diariamente. Era uma companhia! Às refeições adorava saborear a nossa comida e deliciava-se com os petiscos! Era fã de camarões, bife, peixe, fruta, iogurtes, pipocas, entre outros pratos ou guloseimas. Assim que lhe dava o cheiro da comida, ficava irrequieta e lambia-se toda. Por alguma razão era a Carochinha Gorda! Inclusivamente, chegou a comer, sentada numa cadeira, à mesa connosco Também adorava brincar com os Amiguinhos, que eram os diversos peluches que tinha, p ara além de servirem de aconchego. Colocava-os na cama, consoante queria aconchegar-se. A Carochinha adorava meter-se connosco para atirarmos os bonecos ao ar ou para, simplesmente, correr na maluquice à volta da mesa da sala, até se cansar. Muito mimosa, passava muitas horas sempre junto à sua família a dar...

Débora Autor: Pedro Cardita

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Foi inesperado ter-te conhecido. O teu sorriso, a forma afável de falar, sobrepuseram-se à beleza! E beleza exterior, sem dúvida nenhuma, que não te falta! Bonitos lábios carnudos, lindos olhos verdes, bela silhueta! Também temos em comum o gosto pelo Cinema e Viajar, conhecer o Mundo e novas culturas. Apesar de falarmos, algumas vezes, cara a cara, tive vergonha de ser mais expressivo, porque achava que eras demasiado boa…..para mim! Fiquei sem saber como mostrar o melhor de mim e dar-me a conhecer melhor. Penso que passei, sem querer, uma imagem diferente do que sou! Quando ganhei coragem para finalmente te convidar para irmos ao Cinema, foi tarde. Foste embora e fiquei muito arrependido, por não ter arriscado! Se voltares, espero voltar a ver-te e a comunicarmos cara a cara, porque foste uma luz, que não quero que se apague da minha vida! FIM

A Rapariga dos Anéis Autor: Pedro Cardita

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Ele vê os anéis, expostos na montra e gosta de alguns. Ela cumprimenta-o num tom simpático e acolhedor. Ele retribui com um cumprimento cavalheiresco. Ela pergunta-lhe se quer experimentar alguns anéis. Ele experimenta alguns. Há um anel, que já não o larga, mas ainda há dois que lhe prendem a atenção. Mas um está grande e o outro, acaba por o achar banal. Ele confessa que fica com pena do anel que está grande, não lhe servir. Ela diz-lhe que pode fazer a encomenda. Ele aceita a sugestão. Ela pede-lhe o número de telemóvel, para quando chegarem anéis do seu tamanho, ligar-lhe. Também lhe pergunta o nome, para identificar o registo da encomenda. Ele diz o seu nome e pergunta o dela. Ela diz-lhe. Ele compra apenas o anel, que nunca mais largou. Ela guarda o anel numa pequena bolsa preta e pergunta-lhe se quer um saco. Ele responde que prefere guardar o anel no bolso do casaco, porque é mais prático e como vai ao cinema, escusa de andar com um saco na mão....

Bem, eu tentei... Autor: Pedro Cardita

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Conheceram-se através do Facebook. Ela enviou-lhe um pedido de amizade, ao qual ele respondeu, perguntando-lhe pelo Messenger se alguma vez se tinham cruzado. Ela revela que o adicionou por gostar do seu trabalho fotográfico e gostava de o conhecer para trocarem impressões. A conversa flui e combinam encontrarem-se para um café, que acaba adiado por tempo indeterminado. Ela deixou de lhe responder. Ele ainda insistiu, mas sem sucesso. Mas quando menos esperou, ela reapareceu. Perguntou-lhe como estava e se ainda tinha disponibilidade para o café e para se conhecerem pessoalmente. De pé atrás, face ao estranho desaparecimento dela, ele ainda a cumprimentou, mas não alongou a conversa. Desiludida, ela respondeu: - Assumo o teu silêncio, como falta de interesse. Bem, eu tentei… Primeiro, ele não se mostrou preocupado pela reação dela, pois achou-a estranha e inconstante.  Mas mais tarde, sentiu arrependimento, pois aquela rapariga podia ser melhor do que ele p...

Pedido de Ajuda Autor: Pedro Cardita

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Ele sente o telemóvel a vibrar no bolso. Segura no telemóvel e vê o número de um amigo no visor do telemóvel. - Então man? - Então… - O que andas a fazer? - Estava aqui a fazer umas cenas. E tu? - Acabei agora de almoçar. - Como ontem à noite ligaste-me, é para saber o que querias. - Eu? Eu não te liguei ontem. - Não? - Não. - Então fui eu que fiz confusão. - Pois. Eu ontem não te liguei. - E hoje à tarde o que fazes? - Vou a Lisboa tratar de uns assuntos. - Ah…ok. - Mas porquê? - Eu também tenho o quarto para arrumar. - responde o Amigo desviando o assunto que queria falar. - Ok. Eu quando voltar de Lisboa posso ligar-te e combinamos alguma coisa. - Não, não, deixa estar. - Por mim, é na boa. - Eu tenho muita coisa para arrumar aqui no quarto, vou ter que desligar. - Ok. - Vá abraço.   O Amigo desliga abruptamente o telemóvel. Ele fica com a impressão que o seu Amigo tinha vontade de dizer mais alguma coisa, mas ficou calado. Un...

Obrigado Autor: Pedro Cardita

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Inesperadamente, ele soube que a Avó foi parar ao hospital, com um derrame cerebral provocado por uma queda acidental.  O prognóstico era muito complicado. Os familiares também estavam bastante abatidos e com pouquíssima esperança. Ele era o único que acreditava mesmo, na recuperação da Avó. Quando a viu deitada inconsciente na cama do hospital, limitou-se a observá-la, sem saber o que lhe dizer. Com a mão direita, ele segura a mão direita dela, como se lhe tivesse a dar a mão para a trazer para cima.  Durante uns largos minutos, manteve-se inconsciente. Ele não lhe largava a mão e pensava para si próprio que ela ia conseguir recuperar. De repente, a Avó começou a mexer a boca para tentar falar. Ele esboça um sorriso de esperança e aperta-lhe a mão. Apesar da Avó manter-se inconsciente, ele segurava-lhe na mão, com a maior fé que a conseguiria trazer para cima. De vez em quando, a Avó murmurava para dentro, palavras imperceptíveis. De olhos fechados e ...

Triunfar Autor: Pedro Cardita

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Eu quero ser alguém Penso em triunfar Acredito que vou conseguir Pois luto pelo que quero! FIM

A Inesquecível Actriz Autor: Pedro Cardita

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A bela rapariga que era demasiado envergonhada, mas que se soltou e usa a sua expressividade natural para dar vida a diversas e marcantes personagens! As palavras fogem-me quando a quero dirigir. Nunca deixes de acreditar em ti própria e luta pelos teus sonhos! Quero ver-te a mostrares ao mundo todo o teu enorme talento! Eu também vou lutar pelos meus sonhos e um dia espero encontrar-te num palco ou num décor de filmagens. Quem souber filmar-te, destacar as tuas melhores características e extrair o melhor de ti, terá muita sorte, porque terá a oportunidade de lapidar um diamante em bruto! FIM