Ele aparecia todos os dias no cemitério para visitar a campa do dono. A tristeza do animal comoveu o Coveiro do cemitério, que tinha a fotografia como hobby. Começou a fotografar as idas do animal fiel ao cemitério, até ele falecer. Passado uns tempos, o Coveiro é convidado por um amigo a fazer uma exposição fotográfica, num bar. Aceita o desafio, pois é uma forma de mostrar o seu talento oculto. Uma Senhora vê atentamente a história de dedicação entre o Cão e o seu Dono. Intrigada, pergunta ao Fotógrafo se fez foto-montagem. O Fotógrafo conta-lhe que conseguiu mesmo capturar o fantasma do Dono do Cão. A Senhora responde-lhe que tem um estranho sentido de humor e deixa o bar, ofendida por se sentir gozada. Na rua, ouve um cão a ladrar e sente-se a ser arranhada. Pára, olha à sua volta, mas não vê nenhum animal. Arrepia-se e apressa o passo. Ouve um Senhor a chamar o cão. Volta a parar, olha outra vez ao seu redor, mas não vê ninguém. Esfrega as mãos pelos b...
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