Aquele casaco era bastante cobiçado. Várias mulheres elogiavam-no. Ele bem tentava perceber o que aquele seu casaco tinha de diferente. Usava-o porque gostava, mas passou a dar-lhe muito gozo porque era mais uma forma de atrair o sexo feminino. No entanto, elas olhavam mais para o casaco do que para ele. Até que a partir de um dia, começou a dizer: - Cobiça-me a mim, em vez do casaco! FIM
Fiquei agarrado a ti! Por muito que queira não te consigo largar! Estar longe de ti, dá cabo de mim! Quero estar perto de ti! Todos os dias penso em ti e ouço a tua voz dentro de mim. Basta uma recordação para lembrar-me dos bons momentos que passámos juntos. Os teus olhos, os teus lábios carnudos, o teu sorriso, o teu corpo são inesquecíveis! Deixei-te perscrutares a minha alma e soubeste conquistar-me! Por ti, quebrei as minhas próprias regras! Se o Amor é uma droga, então tu és a minha maior droga! FIM
Ele aparecia todos os dias no cemitério para visitar a campa do dono. A tristeza do animal comoveu o Coveiro do cemitério, que tinha a fotografia como hobby. Começou a fotografar as idas do animal fiel ao cemitério, até ele falecer. Passado uns tempos, o Coveiro é convidado por um amigo a fazer uma exposição fotográfica, num bar. Aceita o desafio, pois é uma forma de mostrar o seu talento oculto. Uma Senhora vê atentamente a história de dedicação entre o Cão e o seu Dono. Intrigada, pergunta ao Fotógrafo se fez foto-montagem. O Fotógrafo conta-lhe que conseguiu mesmo capturar o fantasma do Dono do Cão. A Senhora responde-lhe que tem um estranho sentido de humor e deixa o bar, ofendida por se sentir gozada. Na rua, ouve um cão a ladrar e sente-se a ser arranhada. Pára, olha à sua volta, mas não vê nenhum animal. Arrepia-se e apressa o passo. Ouve um Senhor a chamar o cão. Volta a parar, olha outra vez ao seu redor, mas não vê ninguém. Esfrega as mãos pelos b...
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